-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
Examinando há quinze anos diversos movimentos sociais considerados como especialmente “progressistas” (em particular, lutas revolucionárias ou movimentos pioneiros da luta contra a globalização neoliberal), gostaria de compartilhar aqui uma reflexão que se refere aos limites invisíveis, impensados – ou pensados de maneira insuficiente – destes movimentos.