-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
Na luta para acabar com a violência contra as mulheres, muitas vezes se esquece da contribuição dos homens. Geralmente eles são identificados como os autores e os responsáveis pelo abuso, principalmente porque isso é um fato esmagador.
Mas não tem nada de inevitável ou “natural” sobre a identificação de homens como autores e mulheres como vítimas/sobreviventes. A violência conjugal e domêstica também acontece em relações diversas, mesmo que seja de formas diferentes, entre homens e homens, mulheres e mulheres, mulheres contra homens, etc.
Você faz parte do movimento crescente para acabar com a violência contra as mulheres? Você não precisa fazer parte de uma organização, ser membro de uma coalizão grande, ou estar trabalhando em horário integral num centro de apoio para ser uma ativista contra a violência contra as mulheres.
Cada ação que você já tomou para combater as relações desiguais de poder entre as mulheres e os homens, cada vez que você escreveu, comentou ou levantou a voz contra a violência contra as mulheres, cada vez você parou, refletiu e respondeu a este fenômeno – todas essas ações contribuem para um movimento formado por pessoas de todos os lugares do mundo para exigir um fim para a violência contra as mulheres.
Mapeia sua resistência! Visualize a força da nossa luta coletiva contra a violência contra as mulheres colocando o seu ativismo no mapa.