-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
O texto anexado abaixo (Prostituição e Trabalho) é da Adriana Piscitelli, uma antropóloga, pesquisadora da Unicamp que estuda o tema da prostituição. Antes que chovam críticas anti-acadêmicas, o texto de Adriana é bem interessante, com uma linguagem legal e inicia seu texto polemizando com a seguinte questão: "É possível...considerar a prostituição à maneira de um trabalho como outros? E se não o for, por que?"
http://www.sindominio.net/karakola/precarias/encuentro_sexwork.htm
Esta carta es para invitarte para participar en un proyecto común para
poner los derechos de la(o)s trabajadora(o)s sexuales en la agenda
Trabajadora(o)s sexuales en Europa están enfrentando tiempos difíciles.
Los derechos de trabajadora(o)s sexuales están puestos en peligro por
leyes de anti-prostitución y por las políticas Europeas
anti-migratorias, muchas veces justificadas como 'anti-tráfico medidas'.
En muchos países Europeos se puede encontrar pruebas del actual espíritu
http://www.sindominio.net/karakola/precarias/segundafase.htm
ENCUENTROS EN LA SEGUNDA FASE.
EL CONTINUO DE LA COMUNICACIÓN: CUIDADO-SEXO-ATENCION
Ya, desde el famoso 11s
Ya, en una guerra global permanente
Yo, que vivo en guerra cotidianamente
Yo, salgo a las calles y digo que ¡NO!
(A la huelga en do mayor, música de «yo te amo con la fuerza de los mares»)
PUNTO DE PARTIDA
Podemos perceber o corpo com produto, pelo menos, em duas direções. Numa primeira, o corpo-objeto sobre o qual intervem diversas tecnologias, a exemplo do batom, pílula, camisinha e silicone. Numa segunda, o corpo-mercadoria que pode ser comercializado em seus diversos efluxos, dentre eles, o sexo, o gozo e o tempo.
Os aportes sobre precariedade interessam à problematização da prostituição?
http://www.sindominio.net/karakola/precarias/segundafase.htm
alguns dados e informações que levantamos: