-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
Trecho de entrevista com Beatriz Preciado:
(... )Ahora mismo trabajo en la elaboración de una cartografía de las tecnologías de producción y de normalización del género, el sexo y la raza en el régimen “posmoneísta”, es decir, posterior a la invención de la categoría de género como una biotecnología del cuerpo sexual iniciada por el doctor Money en torno a 1947. Se trataría de esbozar las claves para un nuevo activismo que podríamos denominar gender~copyleft , una micropolítica de células que, más allá de las
Hoje voltei a escalar...
Nem acreditei quando minha fisioterapeuta me falou para ir a uma academia de escalada e começar devagar a experimentar os movimentos na parede. Fiquei tão feliz, tão feliz, que achei que este fato merecia um post! hehe...
Foi muito bom sentir novamente a cumplicidade, confiança e companheirismo gerados por este esporte. Escalei e dei segurança para meus amigos, sempre sendo incentivada quando queria desistir antes de terminar a via.
O debate sobre o desenvolvimento de pesquisas com células-tronco embrionárias humanas ultrapasou as portas dos laboratórios e ganhou a sociedade. Isso é bom!
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O Prazer de Perdoar
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O HIV/AIDS é rodeado de preconceito e falta de entendimento. Quando o HIV/AIDs começou a atrair a atenção pública nos anos 80, as pessoas achavam que era uma doença que somente afetava os homens homosexuais. Nas décadas seguintes, se investiu muito esforço para conscientizar sobre a realidade complexa do HIV/AIDS, exatamente porque é o estigma que resulta em uma vulnerabilidade maior e a expansão dessa pandemia global.
Foi só recentemente que se destacou a especifidade das mulheres e das meninas nas políticas, nas pesquisas, nos programas e na distribuição de verbas para o HIV/AIDS. As mulheres representam quase metade das 40 milhões de pessoas que vivem com HIV no mundo, e a taxa de infecção entre as mulheres está aumentando. Elas (especialmente as mulheres jovens e as meninas) estão vulneráveis por causa da desigualdade de gênero, as normas sociais e culturais, a pobreza, a biologia, e particularmente, a violência contra as mulheres.
Entre a cruz e a mercadoria: feminismo na ordem do dia!
A expressão nosso corpo nos pertence? tem sido uma das bandeiras centrais do movimento feminista desde os anos 1970. Ela expressa a vontade de autonomia das mulheres, de ter desejos e exercê-los sem o controle dos homens de sua família, do Estado ou das instituições religiosas.
Não é de hoje que as agências de publicidade utilizam as mulheres como "garotas propaganda" para venderem os mais variados produtos .De carros de luxo a confeito, as agências usam e abusam das mulheres para chamar a atenção para suas campanhas publicitárias.Incomodados com essa "mercantilização"o Movimento Nacional dos Direitos Humanos / Mov. Negro e Conselho Regional de Psicologia, resolveram iniciar no estado uma campanha pela valorização dos direitos da mulher e contra as cervejarias que promovem campanhas ofensivas