-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
Segui um link recebido pelo Twitter e depois outro link e descobri que a Mariana Manhães, artista de Niterói, é uma das indicadas para o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia na categoria início de carreira.
Em 2007, durante a residência de uma companheira da Genderchangers no Rio de Janeiro, visitamos a exposição da Mariana no MAC de Niterói. Ficamos impressionadas, curiosas e inspiradas, pelos músculos e sons eletrônicos, pelas asas das criaturas inventadas pela combinação de tecnologia e arte, que respiravam e pareciam capazes de partir voando sozinhas a qualquer momento.
Uma das fotos que tiramos naquele passeio de início de residência virou inclusive fundo para um cartaz para uma oficina de hardware que fizemos em São João de Meriti durante a residência. Por dentro do dentro.
Parabéns também para o núcleo desvio pela indicação na mesma categoria: a conexão que gerou este desvio na internet e na memória.
Fotos de todxs xs indicadxs no Flickr aqui.
Nós, mulheres de coletivos de auto-defesa feminista do Brasil (Wendo), manifestamos publicamente nossa solidariedade e apoio à luta de resistência hondurenha, assim como nosso repúdio: ao golpe militar instaurado no último 28 de junho; ao governo ilegítimo de Micheletti e à cumplicidade e co-autoria ridícula do governo dos estados unidos.
Sabemos que o governo de Barack Obama, apesar dos discursos pro-democráticos, tem mantido uma linha de continuidade preocupante com as políticas intervencionistas ilegítimas extremamente arrogantes,

Se a pornografia vai para além do sexo, o que sobraria do corpo? Caberia perguntar se a produção pornográfica teria em seu processo de expulsão e submissão do corpo em prol de algo criado exclusivamente pela indústria do pornô algum parentesco com a expulsão do conteúdo humano da circulação de mercadorias em geral. Por Douglas Anfra
Em certo sentido, a pornografia é a forma mais política de ficção, pois aborda como usamos e exploramos uns aos outros, do modo mais urgente e impiedoso.
Estudo analisou quase 800 decisões de tribunais estaduais, STJ e STF.
67% dos casos ocorrem no Sudeste; 63% são de homicídio.
Pesquisa inédita constatou que 31% das ações judicias que tratam de aborto no Brasil referem-se a interrupções de gravidez causadas por violência contra gestantes. As autoras, a advogada Tamara Amoroso Gonçalves e a socióloga Thais de Souza Lapa, analisaram durante cerca de um ano 781 processos julgados pelos Tribunais de Justiça de todos os estados, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre 2001 e 2006.
Faz algum tempo que tenho lido e gostado muito do que a Marjorie Rodrigues escreve. E seu último post não foi exceção: "Assumindo o Palavrão" esclarece por demais o sentimento que muitas mulheres tem em relação a esta palavra já tão pré-conceituada chamada feminismo.
O LIBRES é um evento multimídia de arte e tecnologia que pretende desmitificar o conhecimento na área de arte e tecnologia, disseminar este saber, estimular sua apropriação e pesquisa, bem como divulgar seus frutos. Para isso, pretendemos intercambiar e divulgar os trabalhos e possibilidades artísticas e técnicas de multimídia interativa criadas com ferramentas baseadas em uma cultura livre para apropriações, recriações, mixagens e incrementações.
copiado de Amálgama
por Marjorie Rodrigues * – Decidi boicotar o filme Jean Charles, dirigido por Henrique Goldman e que acaba de estrear, por causa da “Carta Aberta para Luísa”, publicada na coluna do diretor na revista Trip, em setembro do ano passado (leia aqui).
Para quem não se lembra, a chamada da própria revista faz o resumo da ópera: “Nosso colunista pede desculpas públicas à empregada da família com quem transou, contra a vontade dela, quando tinha 14 anos”.
Para começo de conversa, não existe “sexo contra a vontade”. Existe um nome para a atividade sexual exercida contra a vontade de um dos envolvidos: estupro. Luísa (exista ela ou não) não fez sexo naquela tarde. Ela foi estuprada.